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Qual Exame de Sangue Detecta Doença Autoimune?
Saiba qual exame de sangue detecta doença autoimune, entenda quando o FAN é indicado, quais autoanticorpos investigar, sinais de inflamação e a importância de uma avaliação clínica completa.

Qual exame de sangue detecta doença autoimune?

Quando surgem sintomas persistentes como cansaço excessivo, dores articulares, queda de cabelo, inflamação frequente ou alterações hormonais, uma dúvida aparece rapidamente: qual exame de sangue detecta doença autoimune?
A boa notícia é que existem exames específicos e altamente eficazes para investigar esse tipo de condição — e quanto antes o diagnóstico começa, melhores são os resultados do tratamento.

Exame FAN (Fator Antinuclear): o principal marcador inicial

Antes de tudo, o exame mais utilizado para rastrear doenças autoimunes é o FAN – Fator Antinuclear.
Ele identifica a presença de autoanticorpos que atacam o próprio organismo. Portanto, quando o FAN vem positivo, o corpo pode estar reagindo contra seus próprios tecidos.

Além disso, o padrão do FAN (pontilhado, homogêneo, nuclear, citoplasmático) ajuda a direcionar qual doença autoimune pode estar envolvida, como:

  • Lúpus eritematoso sistêmico

  • Artrite reumatoide

  • Esclerose sistêmica

  • Síndrome de Sjögren

  • Doenças autoimunes da tireoide

Anti-DNA, Anti-Sm e outros autoanticorpos específicos

Entretanto, o FAN sozinho não fecha diagnóstico. Por isso, o médico solicita exames complementares, que tornam a investigação muito mais precisa.

Entre os principais, destacam-se:

  • Anti-DNA nativo: altamente específico para lúpus

  • Anti-Sm: confirma atividade autoimune sistêmica

  • Anti-Ro e Anti-La: comuns na síndrome de Sjögren

  • Anti-CCP: essencial para detectar artrite reumatoide precoce

Ou seja, esses exames confirmam o tipo de doença autoimune e ajudam a avaliar a gravidade do quadro.

Exames inflamatórios também fazem parte da investigação

Além dos autoanticorpos, exames inflamatórios são fundamentais. Afinal, doenças autoimunes geralmente provocam inflamação crônica silenciosa.

Por isso, entram na análise:

  • PCR ultrassensível

  • VHS (velocidade de hemossedimentação)

  • Ferritina

  • Complemento C3 e C4

Quando esses marcadores estão alterados, o corpo sinaliza um processo inflamatório ativo.

Exames hormonais e intestinais também importam

Muitas pessoas não sabem, mas doenças autoimunes estão diretamente ligadas ao intestino e ao sistema hormonal. Portanto, uma investigação completa também inclui:

  • TSH, T3, T4 e anticorpos antitireoidianos (Anti-TPO e Anti-TG)

  • Vitamina D

  • Vitamina B12

  • Zinco e selênio

Esses exames ajudam a identificar gatilhos metabólicos e nutricionais que mantêm a inflamação ativa.

Um exame isolado não basta: a análise precisa ser integrada

Em resumo, não existe apenas um exame de sangue que detecta doença autoimune com 100% de certeza. Pelo contrário: o diagnóstico correto surge da combinação entre exames laboratoriais, sintomas clínicos e análise especializada.

Justamente por isso, clínicas que trabalham com avaliação integrada, como a Clínica Gabrielli, conseguem identificar alterações precoces, mesmo quando os exames “tradicionais” ainda aparecem dentro da normalidade.

Quanto antes investigar, melhor o controle da doença

Por fim, quanto mais cedo a doença autoimune é detectada, maior é a chance de controlar sintomas, reduzir inflamação e preservar a qualidade de vida.
Portanto, se você apresenta sinais persistentes ou histórico familiar, investigar os exames corretos faz toda a diferença.


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