Quais são as 5 doenças autoimunes mais comuns?
As doenças autoimunes surgem quando o sistema imunológico perde a capacidade de reconhecer o que é próprio do organismo. Como consequência, ele passa a atacar tecidos saudáveis, o que provoca inflamação crônica, dor e diversos sintomas sistêmicos.
Atualmente, a medicina reconhece mais de 80 doenças autoimunes. No entanto, entre todas elas, algumas aparecem com muito mais frequência. Por isso, entender quais são as mais comuns ajuda no diagnóstico precoce, na prevenção de complicações e na melhora da qualidade de vida.
A seguir, conheça as 5 doenças autoimunes mais comuns, seus principais sinais e os impactos no dia a dia.
1. Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES)
O lúpus representa uma das doenças autoimunes mais conhecidas. Além disso, ele pode atingir vários órgãos ao mesmo tempo, como pele, articulações, rins, coração e cérebro. Por esse motivo, exige atenção constante.
Na prática, o lúpus afeta principalmente mulheres em idade fértil. Consequentemente, alterações hormonais podem influenciar sua manifestação.
Principais sintomas:
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Fadiga intensa e persistente
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Dor e inchaço nas articulações
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Manchas avermelhadas na pele, especialmente no rosto
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Queda de cabelo
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Sensibilidade exagerada ao sol
Portanto, quando o diagnóstico ocorre precocemente, o tratamento consegue reduzir crises, controlar a inflamação e preservar órgãos vitais.
2. Artrite Reumatoide
A artrite reumatoide compromete diretamente as articulações. Diferentemente da artrose, essa condição tem origem autoimune e inflamatória. Com o tempo, a inflamação contínua pode causar deformidades e limitação de movimentos.
Além disso, a doença não se restringe à idade avançada. Ao contrário, ela pode surgir ainda na fase adulta jovem.
Principais sintomas:
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Dor articular persistente
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Rigidez matinal prolongada
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Inchaço e calor nas articulações
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Redução da força muscular
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Cansaço frequente
Dessa forma, o tratamento adequado consegue controlar a inflamação, preservar a mobilidade e melhorar a funcionalidade do paciente.
3. Doença de Hashimoto
A tireoidite de Hashimoto aparece como a principal causa de hipotireoidismo autoimune. Nesse caso, o sistema imunológico ataca diretamente a glândula tireoide. Como resultado, a produção hormonal diminui.
Com isso, o metabolismo desacelera. Consequentemente, surgem sintomas físicos e emocionais que impactam a rotina.
Principais sintomas:
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Cansaço constante
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Ganho de peso progressivo
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Sensação frequente de frio
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Queda de cabelo
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Alterações de humor e concentração
Porém, com acompanhamento médico e ajuste correto dos hormônios, o paciente mantém equilíbrio metabólico e qualidade de vida.
4. Diabetes Mellitus Tipo 1
O diabetes tipo 1 ocorre quando o sistema imunológico destrói as células do pâncreas responsáveis pela produção de insulina. Dessa maneira, o corpo perde a capacidade de controlar adequadamente a glicose no sangue.
Geralmente, a doença surge na infância ou adolescência. Entretanto, ela também pode aparecer na fase adulta.
Principais sintomas:
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Sede excessiva
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Aumento da frequência urinária
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Perda de peso sem explicação
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Fadiga constante
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Visão embaçada
Assim, o controle depende de monitoramento glicêmico diário, uso de insulina e orientação nutricional personalizada.
5. Doença Celíaca
A doença celíaca se desenvolve quando o consumo de glúten desencadeia uma resposta autoimune. Nesse processo, o sistema imunológico agride o intestino delgado, prejudicando a absorção de nutrientes.
Como consequência, o organismo passa a apresentar diversos sinais digestivos e nutricionais.
Principais sintomas:
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Inchaço abdominal frequente
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Dor abdominal recorrente
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Diarreia ou constipação
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Anemia
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Deficiências nutricionais
Portanto, a exclusão total do glúten da alimentação permite a regeneração do intestino e o controle completo dos sintomas.
Por que o diagnóstico precoce é tão importante?
Embora a maioria das doenças autoimunes não tenha cura, o diagnóstico precoce muda completamente o prognóstico. Além disso, o tratamento correto reduz inflamações, previne complicações e melhora significativamente a qualidade de vida.
Além do acompanhamento médico, estratégias complementares, como alimentação anti-inflamatória, controle do estresse, sono de qualidade e atividade física adequada, potencializam os resultados do tratamento.
Em resumo, identificar os sinais, buscar avaliação especializada e adotar um cuidado contínuo representam os pilares para viver melhor, mesmo diante de uma doença autoimune.
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